Minha história com programação

Esta sou aprendendo #python em novembro de 2015, numa oficina espetacular com as meninas do #pyladiessp. Há décadas flerto com código (estudei PHP, Delphi, CSS), porém sempre voltava pra zona de conforto porque quando se tem contas a pagar, a paixão fica em segundo plano. Por mais que haja menor interesse das mulheres em tecnologia, as poucas que têm interesse, como eu, possuem menos incentivo.  Além disso, eu não achava que era possível juntar duas das minhas paixões: comunicação e programação. Hoje ‘data journalism’ é uma realidade em muitas empresas e na minha época ainda se perguntava por que um jornalista deveria ter perfil no twitter.

No mês passado, no #diainternacionaldamulher eu aconselhei em meu Instagram todas as meninas a seguirem mais seus corações, a dar graças à Deus por ciclos profissionais danosos interrompidos e verem na terapia, uma chance de resgatar sonhos do passado com um pouco mais de autoestima porque temos poucas certezas na vida.

Eu alcancei o nível da minha turma, lotada de engenheiros e programadores no meu tempo, tentando mais vezes, estudando mais, desenvolvendo métodos próprios e consegui. Os passos são pequenos, todavia, se sentir à vontade com suas escolhas é o maior presente que você pode dar pra você. Não desistam, resistam!

#womenwhocode